
Deve ser isso que se fala em uma "guerra santa", não é aceitável que alguem possa derrar o sangue de outra pessoa simplesmente pelo fato de não ter os mesmos conceitos religiosos, matar em nome de Deus.
A igreja tem sido muito mais uma instituição política do que religiosa em todo o tempo, a igreja governa os estados, decide o porque "matar", o porque saquear, o porque tomar as terras de povos de outras religiões, dentre outras coisas.
A igreja vem ao longo da sua sinuosa história criando "organizações", e decidindo quando estas organizações deviam ser eliminadas, nas "cruzadas" aprovaram a "Ordem dos Templários", por volta do ano de 1129, uma ordem militar que foi criada com o intuito de protejer os cristãos no seu retorno das peregrinações a Jerusalem recem conquistada e defender as terras conquistadas nas Cruzadas, uma ordem criado com o mesmo voto dos mebros do clero católico, com votos de servir ao Senhor e votos de pobreza, sendo inicialmente conhecidos como "pobres cavaleiros de Cristo", mas que da mesma forma que a igreja, não ficou pobre muito tempo, acumulou riquezas ao longo dos anos, até que em um momento um Papa que percebeu o quão poderosa era a ordem, resolveu eliminá-la, isso mesmo, uma ordem criada pela igreja estava sendo alvo da igreja, o tal Papa ordenou aos reis que estavam sob seu comando que detivessem os cavaleiros e os forçassem a confessar que eram culpados de heresias, para assim poder condená-los a serem queimados vivos, isso mesmo, queimados vivos em "nome" de Deus, e assim a igreja toma pra si os bens e as fortunas conquistada ao longos dos séculos pelos "pobres cavaleiros de Cristo", que de pobres nada tinham.
A ambição de um Papa, fez com que pessoas fossem forçadas a assumir culpa de crimes que "não" cometeram, e assim poder queimá-las vivas... ...maravilha de religião.
O Papa era Clemente V, o Rei era Felipe "O belo", e o ultimo Grão-mestre da ordem a ser queimado vivo foi Jacques de Molay, que aos gritos enquanto ardia em brasas intimava o Rei e o Papa a comparecerem no julgamento de Deus, sendo assim que o Papa Clemente V e o Rei Felipe vieram a falecer naquele mesmo ano de 1314.

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